terça-feira, 13 de maio de 2003

Set them free

Nunca é uma palavra muito esquisita, pois sempre pronunciamos, mas nunca fazemos valer... .. . é sério . .. ... pode reparar
Driving instead of drifting

O infinito é algo palatável ao que somos, ao que apresentamos, ao que repentinamente queremos estabelecer. Assim está feito o infinito, de prazeres nunca corroborados de nossa existência

... . ... .... .,,, ... desculpa, também estou com sono........ . . .. . . . . . . . . .z z z z z

segunda-feira, 5 de maio de 2003

Ceiling unlimited

Onde termina o infinito?!?! Em nós mesmos? Ou quando ele começa novamente? O infinito é redondo (( ( tipo a skol ) )) ?
Ah, sei lá... é o sono

sexta-feira, 2 de maio de 2003

vice

Valeu, PIRUzinho!!!!!!!!!!!!

Estou feliz que só eu sei! Porque só eu sei o quanto treinei pra isso...

Mas façavô de escrever direito no Ponte, mister.

segunda-feira, 28 de abril de 2003

Vice-campeã. iuhu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dupla felicidade.

Adorei isso.

Você merece muito mais que um Scherer.

"Ontem o dia acabou completo. Acordei às 5h, assustada, claro. Tudo escuro. Meu moleque veio me pegar com mais dois nadadores. Chegamos no ponto de encontro e ainda não estavam claros. O dia e minha cabeça."

(pretensão de suruba!?)

"Quando começo a me aproximar da chegada, ao alcance da vista de quem está na terra, todos os meus colegas de equipe, logicamente os que não nadam a prova longa e estão esperando, me reconhecem. Dizem que minha braçada na verdade é uma guilhotinada. Não dobro muito o cotovelo, gesto recomendável para um estilo bonito. Foda-se, esse é meu cacoete. E mesmo com cacoete é assim que nado bem.


Quando cheguei, segurei na mão dos auxiliares da Speedo e precisei de dois ou três segundos (duas ou três eternidades) para focar o chão e não desabar ali mesmo. Peguei minha medalha, aquela que todos que completam a prova pegam, e uma banana. Lembrei que faziam 3km ou 1h que eu queria fazer xixi. Metade da prova eu fiz tentando mijar. Impossível. Tão impossível quanto espirrar de olho aberto. Ainda tentei em determinado momento mexer apenas os braços, deixando as pernas paradas para relaxar a bexiga. Nada. E entre parar para fazer xixi e continuar nadando apertada, minha cabeça louca de nadadora surtada optou pela segunda alternativa.


Enfim, cheguei. Fui recebida pelos meus colegas com a festa usual. Como é bom chegar. O corpo inundado de dopamina sob o sol do meio-dia de outono. A felicidade estampada em um único momento simples. Naquele momento pouco importava minha posição."

(Será mesmo que pouco importa!?)

Bimba Blanded do "do Círculo Militar de S. Paulo"

(sei que você gosta do apelido!)



You deserve it"



True type happiness

Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!Cocadaboa is back!

Não é por nada não. Eu sou o colunista menos colunista e mais fã daquela porra. Ainda não sei o que faço escrevendo naquela porra mas sinceramente sei que não conseguiria ficar sem ler alguma coisa de lá.

Valeu Amigo Manson por proporcionar essa nossa diversão de luxo - palavras dele
De lugar nenhum

A partir de qual momento as pessoas vão separar o indivíduo (( ( uma pessoa ) )) da célula família????? ??? ?? ?

sexta-feira, 25 de abril de 2003

Faróis de milha

O mês leva uma eternidade para passar, mas os dias passam tão rápido, mas tão rápido, que parece que não fizemos nada... e realmente não fizemos...... ... .. .
Strange Thing

Advinhem com quem eu estou falando!?!?!!?!


Isso mesmo: Amanda Teixeira Rodrigues. A de alguns dedos de tempo atrás!
Na verdade, eu ainda estou tentando escrever algo maneiro pra colocar lá no nosso outro blog.

Posto que ainda não compreendi a relação da música com aquele post.

E ainda mais, estou sofrendo de incompreensão factóide.

Sou um merda mesmo.

Me desculpa Beatriz.

quarta-feira, 23 de abril de 2003

shhh

Entrei em greve.

Até o Marcito escrever no ponte. Reclamações, só com ele mesmo.

terça-feira, 15 de abril de 2003

As I could absolve the death
Pain is just a moment of long pain.
And i can sorve some extra time
to grace some fresh air

but sometimes,
I pray for my own death.
Trully sincere, babe

Once again, pain is my name.
Ser um ser

...e somente um ser, um é... .. .
o importante é ser solidário, não apenas conosco, mas com os outros também, principalmente com aqueles que não são classificados como seres humanos, pois estes não raciocinam como nós, tampouco sabem pedir com palavras, somente com gestos...

domingo, 13 de abril de 2003

Blow, sex, pervertion - true way of life

Sim, sou: foda.

Sempre querendo...

um pouco mais

E um pouco mais...









U 2 know .....
. ...........
.. ................
... . . . . . . . . .
.... ....... . . . . . . .
....... ... . . ..... . . . . . . .
.......... . . ... .. . .. . . . . . .
........... ... .. . . . . . . .
.............................
........................... . .
............................... . ..
............................... . . .. . ..
......................... . . .. . . . . . .
.................... . . . . . . . . .
............... . .. . . . ...

sexta-feira, 11 de abril de 2003

2 + 2 = 5

ah, certo, vocês fugiram da psiquiatra... Eu sabia que era a mais normal aqui.

e P.I.R.U.lito, eu sou até um pouco ninfo, mas você é fooooooooooooooooda.
Dia estranho

Não sei explicar, mas sinto um clima natalino no ambiente... não no ambiente daqui, mas no de fora... (?!)
Niguém é tão único assim

Biba, eu não frequento psiquiatra, mas já fui recomendado a frequentar um (( ( depois que a médica viu a minha cara depois de uma parada... calmante -> o remédio ) ))
hehehe
Construtivismo behaviourista

Acho que sim Acho que sim, sim que acho , mis euq ohca ohca sim equ

Própria entrada peniana. Sai lá atrás no furico.

Ou no umbigo?
mensagem pra você

(( (( (((( ( ( ( ( (((( ( ( que diga meg Ryan ) ) )))) ) ) ) ) )))) )) ))
Luv is not so impossible like that.

E pode ser algo tão recíproco sim.

I hope so.

quinta-feira, 10 de abril de 2003

enquete

Aí, de todos os manicomizados eu sou a única que realmente freqüenta psiquiatra???

terça-feira, 8 de abril de 2003

sábado, 5 de abril de 2003

Outra coisa,

só escreverei no Ponte, assim que puder escutar a música.

Wait 4 d download
Bia

Bia, não sei porque, mas eu não consigo tirar da minha cabeça que só devo de te chamar de Singing Bimba Blanded in the Jacuzzi



(what a beautiful place!!!)


Na verdade, com o tempo eu aprendi a ver a felicidade no rosto de todo mundo.

(E de todas mundas!!! - what a beautiful pic!!!)


Wanna roll the dices and bet something really good!?!?
Grande Companheiro Cobain

A sua dúvida, a priori pegou-me de surpresa até por eu também não conhecer a procedência de tudo isso. Porém, ocorreu-me à luz do pensamento e dar-te-ei a reposta agora:

"Por pura questão etimológica. Todas as duas palavras aqui postas são variantes antagônicas do mesmo preceito e por isso, o seu posicionamento diante do substantivo marcará uma mudança drástica do comportamento lingüístico frasal. Em miúdos: semântica. Estamos falando diretamente do poder de contextualização e das variantes sincrônicas do significante e do significado que são a base da formação do prospecto de significado de cada variante de linguajar. Por assim, seguiremos nossa prospecção.

Se acaso eu fizer referência à Próxima rua, estou falando da rua seguinte, pois se levarmos em consideração o seguinte contexto: estou dentro de um táxi e ele vem a me perguntar em qual ele deve seguir. Crio a seguinte idéia: "Depois daquelas duas, a próxima rua", porém se acaso eu falar a rua próxima , será a rua mais perta." A rua próxima, por favor." Como posso me arremeter às passagens bíblicas, o filho próximo, aquele que está bem ao lado.
Anterior não sofre variação ao explicado anteriormente - exatamente igual a "que anteriormente foi explicado" - posto que, anterior rua significa aquela que passou e rua anterior vem a ser aquela que vem antes de uma estipulada. "Senhor taxista, está vendo aquela rua ali, pois então, a minha será a anterior."
(Palavras do Doutor Laércio)

Fui claro?
She's so Unusual! (Cyndi Lauper)

Milagre: em casa sábado a tarde... acho que vou sair, só para que não chova né! :)

quinta-feira, 3 de abril de 2003

Mondo bizarro

Grande P.I.R.U. ((--I--))... o senhor também não me ligou mais... venho esclarecer que o meu celular adquiriu as características do dono (( ( não funciona muito bem ) ))... ligar daqui do trabalho para celular é um TranStornO... o problema todo foi esse... :P

A propósito... na condição de profundo conhecedor dos abortos da natureza de nossa lignuagem, esclareça-me:
Por que próximo se escreve antes da palavra referência e anterior se escreve depois da palavra referência?
1. A rua anterior.
2. A próxima esquina.

?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?! ?!?!
Prozac

Flávio Albuquerque,

o senhor não me liga mais para sairmos e almoçarmos todas as quartas feiras e depois me falada de taco de mestre!




Você está engolindo espadas!?
Sha la ra la, and you be all right

Beatriz Maria Cantadora.

Dá uma volta, relaxa. Hoje pra mim não vai dar.





Acabei de fazer coleta para exame de fezes.





Blerght

quarta-feira, 2 de abril de 2003

pessoas estranhas

Flávio, não entendi nada, seu esquizofrênico.

P.I.R.U., estou esperando, seu borderline histriônico.

Vamos lá, manicomizados, try me, try me, try meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

O solo da Ovelha Negra, de Rita Lee, foi tocado pelo Carlini... tacada de mestre!!!

As grandes obras de grandes pessoas de um país tão grande como esse não pode ser esquecida... hoje em dia, alguns compositores nacionais fazem o seguinte para que suas músicas expressem alguma coisa: nada, nunca, ninguém. Podem perceber... não vou dar as dicas das músicas... tá bem... duas pistas... uma é do Capital Inicial... e a outra da Zélia Duncan... e para o resto... virem-se!!!

PS.: Biba, boa escolha de tonalidade... porém... só não ficou tããããããããão sexy (( ( só para provocar ) )) ..... ... .. . segundas intenções [[ [ o filme ] ]] || [[ [ ou não!!! ] ]]
Ponte


Mofa baby, mofa. Baby
Mofa baby, mofa. Baby
Mofa baby, mofa. Baby
Mofa baby, mofa. Baby
.
.
.
.
.
..
.
.
.
...
..
......
................

take a breath babe, i gonna write.


Just pick a pic, pica


Sinceramente,

Me aliviei muito depois dessa foto!!!!

O teclado está todo molhado, dêem me uns minutos para que ele se seque e encontrem algum similar de óvulo aqui.
Cum on babe, light my needs

Beatriz Maria,

o que é isso em cima de sua cabeça!?!?!








Me senti Jim Morrison

segunda-feira, 31 de março de 2003

fire

Cansei da loirice, do rosto por demasiado angelical. Me viram ruiva?

Estão esperando o quê?
Erro 404

A ponte quebrou!

.
.
.

É MENTIRAAAAAAA!

Escreve logo, seu puto.
Bia

A 12 andares do chão, todos os dias.

É muita tentação.
I,e

Foto da porra, né?

Abomino pombas.
verborragia rules

Concordo com o Odisseu, P.I.R.U.zito
Contagem regressiva

De cima para baixo, fale sempre: - MENOS UM!

Fantástico

Puta texto, realmente foda!

Longa vida à egüinha Pocotó

Antonio Fernando Beraldo (*)

Recordo, para começar, a frase imortal do filósofo pragmático-existencialista Gugu Liberato – "Eu não inventei Carla Peres!". Na época, o apresentador se defendia de acusações de promover ad nauseam, nas mornas tardes de domingo, para entretenimento da família brasileira, o requebro atlético-erótico da então loura titular do grupo lúdico-softpornô É o Tchan!, e o acoplado merchandáizingue de sandálias, botinhas, blusinhas e quetais, para um público-alvo de menininhas que, precocemente erotizadas (na aparência) pela Xuxa e congêneres, achava que a "dança da garrafa" era uma espécie de malabarismo de circo.

Belo sofisma, e traiçoeira falácia do herdeiro de SS! E se, naquele tempo, andava em alta a discussão sobre a baixaria televisiva, com frases do tipo "onde é que vamos parar?", atualmente alguns poucos olhares estão abismados com "o ponto a que chegamos" – enquanto outros, muito outros, mal conseguem esperar "o que vem por aí" (quem sabe alguma "canção" sobre coprofagia?). Estes "outros, muitos outros", são o público consumidor, não de música, no significado a que nos habituamos (melodia+ritmo+harmonia), mas de um troço que pode ser chamado, talvez, de "produto". Algo "produzido", independente de ter qualidade ou não (isto é o que não interessa), mas fácil de ser divulgado em massa para ser "consumido" (vendido), até o bagaço – ou até aparecer outro "produto", o que inevitavelmente acontece.

Não estou falando nenhuma novidade, mas acho que maioria das pessoas com um pouco mais de sensibilidade está confundindo as coisas. Isto que toca no rádio umas 200 vezes por dia não é música, não. É o produto e, simultaneamente, a propaganda do produto (daí a repetição, é claro).

Manos e minas

Em termos de música, e não de produto, o país não vai lá muito bem das pernas, infelizmente – e talvez por isso mesmo. Dos medalhões, temos aí um Caetano em suave decadência, um Gil numa efervescência sem peso, um Milton num clímax tão maravilhoso quanto desconhecido, sem lugar na mídia. Chico Buarque e Paulinho da Viola compõem cada vez mais raras pérolas homeopáticas, o resto vai e volta (às vezes não volta) dos EUA.

O samba "agoniza mas não morre", como faz há décadas. E os tais modernosos, como os Tribalistas (cruzes!), neste "barulhinho bom" do "Já sei namorar", cometem um ligeiro plágio clamoroso, sei lá se inconsciente ou proposital (hoje plágio chama-se samplear) do "Family Affair", música do Sly and the Family Stone, lá dos anos 60-70. Vão acabar sendo processados.

Criatividade bruta, mesmo, só a do rap dos mano e das mina, mas não é possível abrir uma cerveja e relaxar ouvindo um rap prazerosamente, além do ritmo ser uma monotonia entediante (lembrar que rap quer dizer rythm and poetry). Um deserto, pois.

Fundo do mar

Este estado de coisas teve origem quando as grandes gravadoras começaram a sentir a retração do mercado consumidor, na crise econômica da década de 80. A venda de CD’s caiu pela metade, e hoje, menos ainda. Até o Roberto Carlos não conseguiu vender o seu milhão de CD’s, ano passado. Complicando ainda mais, veio o maremoto dos CD’s piratas a 3 reais, e as safras irregulares de CD’s independentes: qualquer um, com uns quilos de sonho e ousadia no coração, mais umas 10 pilas no bolso, aluga um estúdio, grava o seu CD e vende à vontade.

Ah, e tem também os dáunlôudis da internet, via MP3, que, se você tiver paciência e um CD-RW, consegue baixar até o "Sermão da Montanha", na voz do Autor, comentado pelo Cid Moreira. E sem contar o nicho cativo da turminha da música gospel, com cantoras na melhor tradição americana e bandas com nomes bíblicos feito "Tabernáculo", "Judite e os Jeremias", ou "Pilares de Javé" – uma fatia de mercado que escapou (escapou?) às garras das múltis.

Na hora do desespero, o filão passou a ser, para um segmento específico, a tal música "sertaneja", uma espécie de híbrido entre o que se chamava de "música de zona" (anos 50-60) e a gritaria desenfreada das vozes em terças com acompanhamento de guitarras e metais apoteóticos, melodias simples e escancaradamente trágico-românticas (com grossas pitadas do pior da Jovem Guarda). E foi aquela chuva de lacrimejantes Xitãozinhos e Xororós, Bitãozinhos e Bororós, Gleidison e Neldison, Giancarlo e Carlojean, Waltenclever e Wiltonclever (porque não Dimenstein e Wittgenstein?)... Todos os neo-sertanejos gravaram o primeiro CD em estúdio, e os restantes 435 "ao vivo" – economia de estúdio e de escala, já que venderam um trucentulhão de discos (é que dizem).

Para outro segmento, que acha isso tudo "brega", convenientemente importamos o lixo produzido pelos nossos irmãozinhos do norte, dos dois lados do Atlântico. Com a vantagem de ter seu custo de produção previamente quitado, as múltis nos fazem aturar coisas do calibre de Celine Dion e Mariah Carey, e mais outras que parecem estar surtando no banheiro do hospício – uma espécie de competição de quem consegue gritar mais alto.

E tem que ter também uma latina de plantão, feito Shakira (?), ou, para não deixar o pop envelhecer, alguma teen feito Britney Spears, ai, meu Deus! Mas o pior de tudo é a música new age, que só tem meio, não tendo começo nem fim. Perfeita para curar elevadores insones, não deve ser ouvida, mas deve ser assistida na TV, com aquelas paisagens do fundo do mar, peixinho prá lá e prá cá, o mundo maravilhoso da natureza, por aí.

Ladeira abaixo

Um terceiro segmento foi atendido com uns trecos meio claustrofóbicos, meio góticos, chamados, indiferentemente, de bass-and-drums, techno, house, car, pencil, this-is-not-an-elephant, ou coisa que o valha, em que funciona assim: uma boate (hoje se diz club), com uma pista de dança onde cabem meia dúzia de pessoas imóveis; provavelmente surdas, ou quase, 18 caixas de som com uma potência equivalente à bomba de Hiroshima e um som parecido com o ato sexual entre um bate-estacas capenga e uma moto-serra desregulada. Ou, então, uma festa ao ar livre (hoje se diz rave) com 5 mil pessoas em êxtase (sem trocadilho), maravilhadas diante de um DJ (pronuncia-se "dhi-jei"), um(a) sujeito(a) com uma cara de ex-voto jamaicano e dois toca-discos (hoje se diz "picápe") que misturam (hoje se diz mix) Frank Sinatra com aspirador de pó e um genial conjunto (hoje se diz "banda") nipo-guatemalteco ou esquimó-cingalês chamado "Brwehnghayullowitneiz". Não deu muito dinheiro, mas tem gente hype que paga em dólares o CD pirata do famoso DJ Pyrolyt, the Man, cool, man!.

Mais moderninho do que isso, outra turminha se encanta com conjuntos (ou bandas) inglesas de rock (rock?) que acontecem – e fenecem (perdão, senhoras) – de dois em dois dias, e residem no caderno "Ilustrada" da Folha de S.Paulo. Seus componentes estão sempre de mau humor nas fotos de divulgação, e ficam mais irritados ainda se alguém diz que "seu" som é parecido com o som de outra banda (sim, cada banda tem o "seu" som, mas pouca gente percebe a diferença). Os entendidos, ou blefadores, vivem a comentar coisas como o cantor tal (hoje se diz vocalista) da banda tal está perdendo o pique, porque no show tal, além de ter cantado duas músicas dentro do tom, esqueceu-se de vomitar e desmaiar ao final da canção tal, e está gravando músicas de um cara que ninguém conhece, um tal de Bob Dylan – com esse nome, só pode ser um daqueles pastores evangélicos que aparecem na TV, ou então marca fantasia de rede de lojas fast-food.

Um quinto segmento, este numerosíssimo, é saciado com o tal do flash-back. Os títulos são sempre os mesmos: "O Melhor dos anos 60", "The Best of the 70’s", "Os Anos-Dourados, vol. 38", e por aí vai. São coletâneas (hoje se diz medley) de conjuntos "famosos" como Billy Roundell and the Roundells, Johnny and the Houndogs, e mesmo os manjados Mama’s and Papa’s, James Taylor, Bill Haley and his Comets (era isso, mesmo?) e The Supremes. Contém tudo aquilo que você estava bêbado(a) demais para entender ou ocupado(a) demais com a(o) garota(o) para prestar atenção, nos seus verdes anos, bicho! Vende que nem pipoca.

Elvis vende mais hoje do que na época que rebolava em Acapulco (pouca gente sabe, mas Elvis Presley está com 98 anos, e mora na parte reservada de Graceland, dentro de um Porsche 67 com cobertura de manteiga de amendoim). E, no meio disso tudo, ainda podemos nos enlevar com sessões tecno-espíritas, em que gente viva canta em dueto com gente morta, veja só, e fica até bonito: Unforgettable, com Nat King e Nathalie Cole, uma vez ao ano, é o que há! Outro dia, fiquei besta de ver o Paulo Ricardo, do quase-ressuscitado Rê-Pê-Mê, contracantar (existe isso?) com o também finado Renato Russo!

E há um sub-segmento, que poderia ser rotulado de "diante-do-que-está-aí-até-o-Kid Abelha-prestava": edições e reedições do retrocitado Renato Russo, Camisa de Vênus, Engenheiros do Havaí, Blitz e, ladeira abaixo, Renato e seus Blue Caps e os Pholhas – um dia ainda nos assombrará Lady Zu, mas aí já é covardia ... Há gosto para tudo nesta vida, mas cuidado: ouvir Ray Coniff antes do terceiro cuba-libre dá uma ressaca cósmico-oceânica que nem inalação de Antraz ou transplante de fígado dão jeito.

Luar tão cândido

Há outros públicos-alvo (nos dois sentidos), mas melhor parar aqui. Outro dia a gente comenta os pagodeiros, os axé-jóia, os rasta-reggae e os órfãos da Simone, mas fiquemos na egüinha Pocotó. Não sei por que reclamam tanto desta bobagem. É uma chatura, mas já tivemos coisa muito, mas muuuuuiiiiiiito pior a "ferir os nossos ouvidos" (obrigado, Noel). Alguém se lembra do Bonde do Tigrão? E do Claudinho e Bochecha? E do Tiririca? O próprio MC Serjinho (pronuncia-se "êm-sí"), autor da Pocotó, tem uma coisa pavorosa que a educação que mamãe me deu me impede de transcrever.

Então, o que fazer? (como diria Lênin). Não adianta sair do país e ir para o primeiro mundo: a música popular da França e da Itália, atualmente, é um tédio só. Junto com a Alemanha, eles ainda estão na década de 60 do século passado, e o único avanço é que as letras são mais, digamos, picantes. E é espantoso como eles conseguem misturar acordeão com guitarra e trumpete!

Nos EUA, está proibida qualquer música que não contenha as palavras "forever", "tomorrow", "friends", "future", "brother", "together" ou então aquela enxurrada de palavrões do Eminem, que tem até suas qualidades, mas é enjoado à beça. Madonna murchou, Michael Jackson ficou tão branco que sumiu de vez.

Então, por prudência, que a egüinha Pocotó dure muito tempo, empacada nas rádios. É a nossa garantia do adiamento do lançamento de "produtos" tão piores que só o capeta sabe. Pó-có-tó, po-có-tó, pó-có-tó. E a lacraia, por que não?

No mais, como diz Caetano, "como é bom saber tocar um instrumento!" E viva Cartola, Nelson Cavaquinho, Cole Porter, Luiz Gonzaga, Claudionor Cruz, Gershwin, Sinatra, Jobim, Aznavour, Edith Piaf, Beatles, Gardel, Elvis, Pixinguinha, Stones, Johnny Alf, Ataulfo, Elpídio dos Santos, Rodgers & Hammerstein, Noel, Marino Pinto, Orestes Barbosa, Ary, Braguinha, Beach Boys, Billie Holiday, Amália Rodrigues, Adoniran, Herivelto, Wilson Batista, Mário Reis, Louis Armstrong, de la Pera, Coltrane, Piazzolla, Charlie Parker, Canhoto da Paraíba, o "tonto" Gillespie, Manzanera, Lester Young, Mário Reis, Caymmi, Sílvio Caldas, Waldir Azevedo, Ângela Maria (a maior de todas), Jacob do Bandolim, Baden, Elis, Art Tatum, Luperce Miranda, Vinícius, Sarah, Ella, Ismael Silva...

E viva Célia Campelo Gomes Chacon (1942-2003), luar tão cândido.

(*) Engenheiro, professor do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Juiz de Fora

Que isso? Liberdade de expressão!? mesmo!?

Li isso e senti isso
Bate-papo


Umbiguismo.

Não vou negar que ando num período de produção grandiosa para o meu trabalho enquanto que para o site, eu estou numa completa falta de imaginação para escrever. Voltar ao antigo personagem para mim está sendo mais difícil do que foi sair dele - algo que na verdade eu não deveria ter feito nunca, não seja babaca de tentar agradar aos outros - e agora, tentar escrever algo que preste e que chame a atenção está me sendo custoso demais a ponto de eu voltar a pensar em passar o ponto e deixar mais um bom restaurante para o Manoel e Joaquim comprarem e fazerem mais um boteco de meio de esquina para Zoneiros da região Sul do Rio de Janeiro. Estou torcido.Muído e quase totalmente aniquilado por não conseguir dar continuidade a tudo aquilo que faço um primeiro parágrafo e não sai, não sai não sai nãosai de jeito e maneira.

Sem ar. É como me sinto.

Queria poder mesmo parar um minuto, espraiar o ópio da minha imaginação e deixar que as palavras borbulhem no alguidar da criação e feijão saia gostoso, negro, chumbo puro de raiz de criação artística. A coisa está estranha para mim. Não vou negar.

Porém, na contramão de tudo, estou trabalhando e dando as melhores aulas da minha vida. Qualidade pura, do jeito que sempre quis. Vomitando conteúdo a dor e sobra e estudando como um porco focinha o próprio alimento, trazendo à tona o odor da farta alimentação.

(Eita porra)

Mostrei ao meu amigo colunista Odisseu Capim a frase de mais um romance que iniciei e deixei o primeiro parágrafo ganhar raiz:

"Estamos bêbados. Estamos todos bêbados e inebriados em nós mesmos, mesmo não sabendo como viemos a nos tornar bêbados."

Ele falou da seguinte forma: Gosto de você assim. Verborrágico.

Já vi que não posso trabalhar muito o texto, ele precisa da respiração unívoca.

Tal qual esse que estou fazendo agora, que não chegarei a corrigir ou ver os problemas da morfossintaxe das frases. E que se foda Chomsky em tudo isso. Que se foda Saussurre em tudo isso. Que se foda Mattoso em tudo isso. Que se foda eu mesmo em tudo isso.

Eu sou apenas mais um chato
Eu sou apenas mais um chato
Eu sou apenas mais um chato

E mais nada. Pelo menos, essa tarde, eu consegui de uma forma ou outra, dar um trepada de responsa. De ficar com as pernas bambas, de pau duro mesmo pós-porra e com a minha namorada sorrindo por ver aquela piroca ainda acesa com aquele corpo inerte, fudido, gozado, suado, fedorento, de pelos molhados e rindo. E rindo muito. Rindo até demais.

Gozar é bom pra caralho.

Mas sinto falta desesperadamente de escrever um texto que seja porreta, que faça a minha caixa de emails do cocadaboa ficar cheia de imbecilidades, alguns falando que eu sou um merda, outros falando que meu texto está genial, outras querendo saber como é que é essa siririca que eu tanto escrevo. Outras querendo somente saber se sou fudível e outras coisas a mais.

Fodam-se todos.

( A voz verbal ainda é fabulosa.)

E por isso, querida amiga Biba, como eu vi o seu aval para que eu possa publicar a nossa conversa via icq, eu quero mais é que minha consciência exploda. Aquele dia gozamos um em frente ao outro, mostramos tudo que tínhamos que mostrar e falamos de boquete e de buceta e de piroca e de gosto de porra e de buceta - coisa que eu adoro - e querendo ou não, um dia eu quero ver outra e outra e outra.


Ah, quero saber a repercussão do email que lhos foi mandado.

E que se fodam todos os tolos e bobos dessa corte enlouquecida de sucesso financeiro e falta de bronha de fim de tarde.

Como eu sei o meu horário...


quinze minutos.

Bia

Meu amigo Flávio,

"saia dessa janela e venha para o meu coração."

(adaptação)
Voodoo Lounge

Abençôo,




Amém senhor.

(Puta foto, minha amiga em dualidade com sua existência.)

sábado, 29 de março de 2003

Gambiarra da Boa

É foda. ter que aturar diretamente as babaquices de Nelson Rubens e sua cara de rato falando merda do site enquanto que seu rabo gordo vai se enchendo de dinheiro enquanto que inventa besteiras pela rede tv!

Sinceramente, acho que ele é mais um zé ruela que não tem coragem de dizer que já votou no Bolão Pé na Cova.

Eu deveria propor lá pro grupo que levantássemos os emails dos famosos que já passaram por lá e depois eles mandarem se explicar.



Na verdade, que merda de idéia. Mais uma que não poderei colocar para frente...

(Como tantas outras)

Grande sacada, André

Li isso em algum lugar (www.brasileirapreta.blogspot.com)



"Os mitos dessa geração não duram mesmo..."




Realmente porreta.
Suadouro em azulejos azuis

Esta noite, dedicar-me-ei fabulosamente à porra.

terça-feira, 25 de março de 2003

Sandra Rosa Madalena

P.I.R.U. Bentinho da casa das 7 mulheres, estive mal (( (não como lobo, prefiro ovelhas) )), com resfriado e muita febre, porém cá estou, de volta a este recinto, para poder jogar botão com os Srs e Sras na UTI...

PS.: Saudações Vascaínas!!! hehehe

domingo, 9 de março de 2003

quinta-feira, 6 de março de 2003

Ancas e pelancas

No mundo todo, as cicatrizes se fazem como fiéis troféus de vida bem vivida.

Essa semana eu condicionei a carne na dor do corte por ter pisados nas cracas. Marcas profundas.

Tremia de dor. O sangue pulava longe. A unha ergueu no susto. A sola do pé desprendeu-se das falanges dos dedos menores. Caminhei mancando. O sol rachava a testa.

Chorei de felicidade.

Grupo eterno

Ando com receio de colocar algumas palavras minhas aqui no nosso blog, com receio de serem copiadas por aproveitadores que aqui lêem, porém preciso da resposta de vcs sobre uma coisa. Iniciei hoje, quero dizer, retornei, aos escritos de Eu o suicidei , um romance antigo que tenho na cabeça e que agora parece que as primeiras linhas tomaram formas e se forçam a sair com muito gosto.

Nunca tinha percebido o quanto lento eu sou para escrever algo. E hoje, aos vinte e três anos, vejo que consigo escrever algo que imaginei quando eu tinha dezesseis.

Caralho, que lerdeza.

Pro Laboris

Também queria mostrar a vocês as primeiras páginas do meu romance chamado Onde nasce o Mundo , cheguei a mostrar para Chico somente a primeira página e ele realmente adorou. Porém preciso saber do que vcs acham do que eu escrevi para ver se realmente os manicomizados estão gostando do que venho a escrever. Agora, tudo que ponho no papel, eu quero dar um fim certeiro.

- - - Que me espere Sarcantus--- esse eu sei que vai levar uns quinze anos para eu terminar mesmo - - - .. . . .. . . ............. . .. . . . .. . .. . ......... . . . ..... ... ...! ! !
(ao momento, escuto Schubert)
vale a pena.
Uma correção óbvia

Eterna amiga, com cerejas. A paulista eu amo, os paulistas, eu gostcho.
Supunhetemos então

Meu amigo Flávio, na próxima vez, não segure o ovo, libere logo esse brioco.
Haja sal grosso!!!

Povo, não estou brincando... é o segundo carnaval consecutivo que passo doente... é impressionante, foi só chegar seXXXta-feira e... BUM! Fiquei com febre, dor de garganta e talz... o que poderá acontecer no próximo????? ????? ???? ?

quarta-feira, 5 de março de 2003

wait a minute

comassim, até os paulistas?

Você ama MUITO as paulista, mister!

domingo, 2 de março de 2003

Indumentária

Como realmente fazer para não mostrar os excessos e as roupagens dadas pelas comidas e por gulas que se enchem? Hiperbolicamente adverbial, eu me munifico de nada mais nada menos que minha alegria. E o resto, plena nudez.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2003

Para a boa galera de sempre. Sinto saudades de todos, queria que o Chico voltasse a escrever aqui e outra coisa.

carnaval, para mim é junqueira. Em Angra dos Reis.

Beijos//
amo a todos... ... . . . ... . . . .. . . . ........ até os paulistas. e o que usa ponto e mais ponto como fiz agora.
um minuto a mais

Sempre existe aquele momento de aurora e calor que fica marcado no corpo quando o Sol nasce. Sempre existirá aquela breve abertura no olhar no qual você vai encarar o sol e deixar que a luz forte entre por sua vista aluviosa e matinal, esperando somente o café ficar pronto.

Hora de despertar.

E enquanto a cama não é arrumada e som do galo não pára de encantar essa manhã orvalhada, pense em quanto realmente tudo vale a pena. Pense e respire. Somente por um minuto a mais. Puxe bem o ar. Sim. Puxe-o. É nesse momento que estarei contigo. Inundando o seu pulmão. Forçando o seu coração a dar conta de tanto oxigênio. Abrindo o seu peito para o rejuvenescimento de uma vida inteira. Respingando bolinhas de água em seus olhos.
Rindo.
E rindo bem.
Somente por saber que tenho uma foto sua comigo. E somente por ver nós três juntos. Rio. Cresce a enchente e mostro bem os dentes. Uma foto. Somos sempre.

E com a estupidez da tarde vem na fome da sombra. Diminui a sua constância e transforma manhã em calor estupefato. Há um minuto atrás, eu era manhã. E agora, queimado por esse Sol forte demais, eu sou esmagado nessa insensatez luminosa da tarde. O trabalho se ergue e se faz forte, correria para o seu fim. Mês vem, e esse valor desaparece. Cifras. Nunca contam. O que me resta, é poder ter sombra e ver a foto de nós três. Porém, tenho medo da noite. Essa que nos torce o pulso e nos faz perder a força. Eu tô com medo da noite. Não tenho sono mas tenho medo de que ela me tome na cama e me faça dormir demais. A ponto de ver que nada valeu a pena e segui o caminho mais árduo do esquecimento.

Durante a tarde, ao olhar pra baixo e deixar o sol me aniquilar. vi que bolinhas de água ainda estavam na grama. Procuravam e se destrinchavam, fundiam-se, um. Somente. Como sempre foram.

Para esse orvalho, não há noite. E durante a tarde, quando o sol as deixam nervosas, elas se fundem. E na noite elas se recriam. Transformam-se em mais. Riem ainda mais quando vêem que tudo que se seguiu a noite foi esperança, e esse medo da noite só tem quem está solitário.


Tenho saudades.

Liguei para Daiana e falamos pouco. Parecia que não tínhamos o que falar. A boca tremeu e o ar faltou. Os olhos envelheceram e vi noite.

Fiquei com medo. Medo de não me orvalhar e puverizar-me Encostei o queixo na mesa e rabisquei voltas. Passei o tempo e voltei para o trabalho. Dei uma aulinha comum.

Liguei para você. Mas seu telefone mostra também a raiva da tarde. Do excesso de trabalho. A caixa foi postal. E encostei o queixo na mesa em que estava. Olhei para longe. Solucei as raivas dos pensamentos tristes. E vi que o mundo é grande, redondo e que nos esconde nesse Sol todo.

Tenho vontade de retroceder alguns anos. E poder abraçar todos.

Queria poder usufruir desse minuto a mais no passado.

//Escrevi esse email para simone soria e daiana kelli, amigas irmãs e um pouco mais que isso. Inspiração//

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2003

Desespero por escrever. Resultado

A todos, antes que o Cocadaboa publique esse meu texto, e já sabendo que não há mais derivações do Cocadaboa para cá para o nosso Mannicommius, eu publicarei na íntegra esse meu texto que desde já, está provocando uma certa problemática entre os autores em função do seu conteúdo. Com medo de total represália, ou a criação de um sentimento de angústia entre todos nós, já vou logo relatando que o intuito desse texto foi diretamente a crítica contra o machismo instaurado no mundo inteiro. Como é base da criação desse meu personagem, usar do machismo para mitificá-lo ainda mais e ainda mais, tentar escrachá-lo e pô-lo no lugar que ele realmente o merece. O limbo sempre foi o caminho mais seguido pelo P.I.R.U., e agora aqui, falando aquele que o criou, ficou já receoso com a sua publicação. Se há ainda alguém que leie esse nosso corpo de mensagens, que por favor, ao fim desse leitura, mande-me alguma resposta sobre o seu conteúdo.

Desde já, agradecido deveras com tudo que receberei, bem intencionado ou não.

Eu.
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Mrmanson - um recado - Companheiro. Em nenhum momento eu colocaria nossa amizade de quase uma década de existência na corda bamba em função de um texto merda - mais um - que escrevi. Sei que o assunto nele abordado pode ser extremamente grotesco, infame, mas como nós mesmos sempre falamos, é a mais pura verdade no mundo doentio dos homens. E talvez, com o email que você me mandou, digo que fico assustado com o que vi, pois eu nunca pensei que fosse te deixar assustado ou preocupado com alguma coisa que eu viesse a escrever. Sei que o texto é estranho e questionador sobre o ponto de vista que eu proponho, e mesmo usando a roupagem do personagem que criei e que sempre falo que é personagem, sei que posso causar algum problema para nós todos. Porém, o texto veio de uma conversa em sala de professores, de onde ando tirando boas sacadas para textos. Não quero e não pretendo colocar a minha amizade para com todo o grupo que eu idolatro em jogo por causa dessa merdinha que escrevi. Como eu já disse uma vez, se for para não perder nenhum de vocês em função disso, eu saio do Cocadaboa! E não será da primeira vez que passo uma boa época sem publicar nada, e não vai ser em função de um textozinho bosta que quebrarei isso. Posso ficar um bom tempo sem publicar se for necessário, buscando palavras para outras merdas que escreverei. E mesmo assim, te digo desde já que amo a todos vocês e se não puser nunca nossa amizade em risco, vc pode publicar, porém, se o caso for inverso, vc já sabe o que fazer. E ainda mais, o texto não relata um alguém em específico, mas toda uma legião masculina.

Beijos, eterno amigo.
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E na íntegra, à granel. O texto:

Eu sinto tesão pela namoradas dos meus amigos

Já vou falando logo que esse texto aqui não tem a intenção de mostrar uma solução para o problema aqui que será afligido. Também não venha me mandando e-mail dizendo que o texto tá uma merda pois eu não estou preocupado em escrever com esmero ou com destreza. Se tu é metido a besta a querer ler crônicas ou textos jornalísticos parnasianos, que vá atrás de Boris Casoy ou qualquer outro manco por aí. E também, para as boyzinhas que acham que sou um pervertido, já mando logo tomar no cu! E CU NÃO TEM ACENTO! E se vocês ficarem mandando mensagenzinha dizendo que sou um grosso, já mando a patada dizendo que não era para ter me visto no banheiro e sair por aí dizendo que sou grosso sem mais nem menos.
A única que tem direito de falar alguma coisa desse texto é a mulher maravilha, que não fique chocado com essa merda aqui, mesmo sendo namorada de um grande amigo meu. E que se foda esse amigo meu também!!!

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Quando eu cheguei a dizer para um dos escritores daqui do sítio, nesta sexta-feira dia vinte e um de fevereiro, em plena Sham Rock Copacabana para Irlandeses, que viria a escrever esse texto. Ele foi realmente verborrágico " Espero que não escreva sobre minha namorada." E já diante da represália, só me restou abaixar a cabeça e deixar fluir o pensamento. Nada que uma cerveja e um charuto envelhecido não resolva.
Porém não posso ser hipócrita: quando um amigo meu me apresenta uma namoradinha nova, eu penso logo como é que ela seria se estivesse comigo? Querendo ou não, olharei para as pernas dela, para os peitos dela e compararei com as outras namoradas dos meus outros amigos que já vieram a me relatar sobre gostos e vontades que essas meninas têm na cama. Querendo ou não, a naturalidade do libelo do pensamento moderno sobre trepadas homéricas e necessidades por encarar as novas calcinhas do mercado, poluidora dos impulsos de uma calça jeans bem apertada, me tomam de raiva e me fazem rodar a imaginação numa ruidosa algazarra de gritos, gemidos e torções na zorba. E a puta da zorba parece querer exclamar a voluptuosidade do esporro das gônadas! Querendo ou não, eu vou olhar para a bunda dessa menina e ver como o meu amigo está sendo sortudo, mesmo indecorosamente falando que esta namorada é a mais perfeita para ele. Munido de uma racionalidade extremecida e extremamente mentirosa, eu darei todo o aval para que ele consiga alcançar a felicidade com essa menina que me apresentara, torcendo vertiginosamente enganado desse sadismo embevecido de pensamentos fálicos.

É foda.

E querendo ou não, eu estarei sempre olhando para ele, naquela cara de ganhador de um grammy ao ver a sua namorada caminhando para o banheiro e ele feladaputamente perguntando se ela é ou não gostosa, e atiçando ainda mais o meu nervoso pois dessa vez, vexatoriamente, tenho o comprometimento de olhar para a bunda que está grunhindo pecado e torpor reprodutivo, tremendo tremendo e tremelicando, suor frio, clube da comparação humana. Somos feitos disso. E querendo ou não, olharemos com avidez.

Andar no Shopping, você com sua namorada, também olhará para as boyzinhas que se marcam como carnes em açougue popular, expostas aos gaviões populados de marcas de compromisso e o bravio jejum de noites e noites de mão e carinho e enforcamento, suando o banheiro das facilidades do estrangulamento. Você puxa a sua namorada mais perto de seu peito e olha. Encara. Hein? E fuça a forca do gosto instintivo da comparação. E imagina como seria se fosse ela a sua namorada e não essa que você abraça de pulso falso e carícia camuflativa? Sinceramente, como homem, acho que todos fazem isso, como ser humano, ainda acho que há uma pontinha de esperança. E como cocadaboense, acho porra nenhuma. Que se foda mesmo. Já estou de saco cheio desse texto.

E meninas que chegaram até essa parte do texto, eu peço até perdão por estar contando isso, mesmo preso nessa câmara de produção textual que é este puteiro em que me encontro agora – minha própria mente – vejo o quanto de razão vocês possuem por ainda serem românticas e realçarem seus corpos em academias e roupas de pouca costura. O quanto é que vocês gostam de marcarem-se como algo a ser degustado e vislumbrado. O mundo é graciosamente de vocês. E eu, vou ficar aqui, comparando o que mostram e soluçando a cueca com o que acho que fazem bem. Parabéns para vocês todas. Marcadas. Querendo ou não.

Isso é ducaralho!

Perfeito.

Chico, mermão, como sempre, vc está de parabéns.

pRECISO De uMa espERAnÇa

someone, please, help me up.

Angish
Na verdade, estive pensando em como realmente arregaçar as mangas e partir para a luta na busca de uma verdadeira valorização da literatura no Brasil. E então eu percebi que nem mesmo eu nem mesmo ninguém poderia fazer isso de uma hora para outra.

Deveria ser algo gradual, uma busca sutil e singela para o cotidiano da literatura.

Sinceramente, ainda acho que temos esperança,

...Biba.


Ah, Bia. Assim que tiver tempo, dá uma lida naquele conto que te mandei. Preciso escutar suas escritas aqui. E lá no aeroporto também.
Maxixe

Como era boa a dança...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2003

sanduíche

Cadê a Cris? Vai deixar dois machos assim, só para mim?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2003

Cheirando

Em virtude da quantidade de pó assimilada, devemos ao máximo corrigir nossos preceitos e dedicar umas mensagens a mais aqui no nosso grupo de discussão na Ala Dois. Estamos muito certinhos.

E para Puta Que Pariu os certinhos.
Tiro ao Álvaro

Em virtude das homenagens póstumas prestadas a mim pelo Fantástico, volto ao saudar-lhes... está com a casa suja? Chame a mim que eu tiro o pó... mesmo!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2003

Ah! Correção. Grude-se
If you get some extra time

Bia, pelo amor de Deus. Gurde-se. Na apelativa essência da palavra. Venha até mim. Por apenas um minuto. Por um gosto a mais. Sinto sua falta e a falta de suas palavras.

Flávio! Tomorrow, at noon, meio dia, middle of the hot weather. Nadar. Swin Sun Shining Throu.Amanhã almoçarei no Downtown. Galeria Gourmet.

Aos dois, time to call me up. Call me tomorrow, Cobain.

Noves fora.
metade de 12
1 menos 1
metade de 12
metade de 12
metade de 12 mais 2
um terço de seis
três.

Estarei na Barra por volta das 13:00 o dobro da metade de 12 mais 1.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2003

HELL INTO YOUR MIND

Como nós mesmos nos prendemos e nos arquivamos. Durante todo esse período de início de trabalho, o novo colégio que eu peguei e os novos companheiros, como eu fui capaz de me aniquilar e de me deixar levar pela minha própria demência.Como é o gosto pelo perjúrio da falta de confiança que creditamos a nós e a maneira como nos sentimos um merda.

Conversei exatamente semana passada com Flávio sobre a minha vontade de sair do Cocadaboa, dar um tempo bem largo nas minhas publicações e deixar de pensar em Cocadaboa, tendo em vista agora a profissionalização do texto cocadaboense, e como e nunca viria a me adaptar a essa realidade mais de redação e pauta do que realmente a descontração e o pacote de amendoin mendorato. Eu simplesmente me aniquilei, e não sei mais o que fazer para desprender-me das minhas próprias correntes. Estou mal, a ponto de chorar. Sinto saudades de muita gente que nem conheço que me conhecem e que nem sabe que já passei do estágio da espermogênese. Gozando de mim, um merda a mais na vida. Que ri para baixo com vergonha de seus dentes amarelos. que ainda diz que ri...

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2003

The music never stop

A tendência deste verão é amarelo, e como estamos na portinha do carnaval, é importante ressaltar que amarelo significa ATENÇÃO, e que também é a cor da CERVEJA. Logo, bebam muita cerveja, mas com atenção!!!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2003

Como é engraçada a vida. Já estava com vontades eternas de abandonar de vez a internet intretenimento que, ao almoçar com o meu eterno companheiro Cobain nesta última quarta-feira que vejo tal fato voltar do nada ao prelo da estrada.

Alguns epas e vivas a esse blog!!! Let´s get back to fuck!!!!

Ah, another thing. Ponte Aérea.

Vamos abrir a nossa vida, Bia!!!
What!?!?!?

Tá na minha mão, o caralho! Tá no teu olho, Cu Bain!!
Arfn arfn arfn

and i came back to breathe some fresh air.
Vivendo e aprendendo a jogar

A fidelidade é um conceito pessoal ou é somente impressão minha? (( ( será que eu sou diferente, tipo um ETzinho... ou um ETzao? ) )) [ Prefiro ser o ETzao!!! ]

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2003

A novidade vem a cavalo

Bibaaa, acalme-se que está chegando... ta na mao do PIRU, que ainda nao apareceu...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2003

visual basics

Cadê o novo template? Cadê? Cadê? CADÊ?????
aôa

Eu estou MAL E PORCAMENTE de volta. Heheeeeeeeiii!

Cadê o resto, porra?
Separados na maternidade

...e por falar em Bento Gonçalves, lembro-me do P.I.R.U. toda vez que vejo o bentinho... seria o P.I.R.U. um piruzinho?

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2003

Pão com requeijão

Esse verão promete muita coisa, do âmbito político ao sexual... e dá-lhe Bento Gonçalves!!!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2003

Às vezes eles voltam... parte 2

...e ao cair da escada, o menino deixou escapar de suas mãos o frasco que continha a poção de ressucitar aqueles que já estavam enterrados (vivos ou não)... TCHARAN!!! É NÓIS DE VOLTA!!!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2003

Schizo

Alô, quem fala?

Ouço vozes, depois de muito tempo sem ouvir nada. Será que eles voltaram?

terça-feira, 20 de agosto de 2002

sábado, 3 de agosto de 2002

quinta-feira, 11 de julho de 2002

sexta-feira, 28 de junho de 2002

Porra, eu nao tinha como scanear, nao tinha tempo pra scanear, nao tinha como ir ao centro do rio scanear e nao tinha outro jeito de me sacanear ao pedir pra scanear fotos minhas?! caralho, carro a alho, sascaneio sacanagem, scanagem! caralho! nao tem como nao?! poutz?! e outro pseudo dominio?!?!?!!?

eheeh. to doido doido to doído!!! ihhh, pirei!

quinta-feira, 27 de junho de 2002

Revista Pause

Putz...

Então...

Er...

A verdade é a seguinte: o aquele-meu-amigo é namorado da minha irmã e, desde o fim de semana, ex-namorado. Eu não tenho a MENOR cara de pedir o troço pra ele agora, ainda mais que ele está afundando em trabalho.

Então posso fazer o seguinte: tentar montar um template by myself. Mas isso só tem a *menor* chance de acontecer quando eu entrar em férias, amigos. E mesmo assim, estou engatinhando no Dreamweaver.

FORA QUE PEDI HÁ SÉCULOS AS FOTOS DE VOCÊS, SEUS PUTOS, E VOCÊS NÃÃÃÃÃO ME MANDARAM!!!!!!

Humpf!

Diretamente da redação da PUC-SP,

All yours, Bi(m)ba.
Amigo Flávio, o go.to nao está mais direcionando o nosso site e hoje eu descobri que o Manicomius é um blog importantíssimo para a formentalização dos blogs em geral pois encontra-se no quadro de blogs da revista Play e então vamos colocar a nova pagina no ar, certo dona Bimba?! Chama lá aquele teu amigo e pronto, po, isso é maneiro!!!!

quarta-feira, 26 de junho de 2002

AAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ai, minhas amídalas.

Ai, minha cabeça.

Ai, eu inteira.

Ui.

Estou em vias de voltar à ativa no Manicomius, após intensa sessão de eletro-choques (trabalhos finais) e um mergulho fantástico no âmago do meu ser.

Em breve, muita PUTAQUEPARIU pro meu amigo Marcito e MUITA MERDA pra todos os meus miguinhos manicomizados.

Kisses on the cheek for everyone.

terça-feira, 25 de junho de 2002

Não creio... a cabeça é uma m#@$%erda, nos faz tomar as piores decisões nos piores momentos... haja coração e fôlego pra aguentar o que vier pela frente!

quinta-feira, 20 de junho de 2002

segunda-feira, 10 de junho de 2002

Indagação

Olha, eu não sei mais... .. . só preciso de alguém que me conte o porquê, o motivo de tal verdade... ... . Por que os homens não foram preparados para amar a mulher e as mulheres não foram preparadas para receber o amor do homem??? ? ??? ??? ?
Por favor, respondam para o meu email.... .... .
PS.: Qualquer dia eu surto (Gardenal + Whisky + Calmante)

sábado, 8 de junho de 2002

Há sempre uma vã esperança

Ainda mesmo que a satura da falta de mensagens aqui aconteça, e despenque vitórias, correm derrotas para bem longe de todos nós aqui, vulgo lhos dizer que há sempre uma necessidade por uma leitura, nem que seja apenas um oi, ou apenas um hello, ou mesmo uma mistura dos dois, helloi, a todos por todos , há todos ainda aqui, acá, onde quer que eu esteja, seja por um bom gosto de cereja, mesmo num copo de martini falsificado, mas intensificado o momento de se fazer, bem, faz-se o que quiser, e o que se quer é, amor, amor, oi amor, hello amor, helloi amor, a todos os meus amores, aqui da loucura e sensatez de mensagens, comecemos a retornar e a retornar e retocar a maquiagem, tem doido faltando, tem doido de menos, tem doido que eu quero, a flor do momento, Se cá eu pudesse fazer mudar a sentença do destino, sem tensa a espiritualidade, Cá, lá, Carla, é a figura, a mesura, a medida descabida de escalas, A porta que se abre sem trancas, as histórias já vividas, boa lembrança. Uma e outra, uma a outra, somos a verdadeira necessidade de corpo, coração, Biba que não para, agora é Bimba, Cool Brain, Cobain, leste a minha mensagem a sua mesa meu amigo? Estou largando o colégio só para voltar almoçar contigo, um abraço eterno, agora inspira e expira, lentamente, não é a mensagem que leio, é de puro desfôlego, suor e MARIJUANAS, intuitos de figuras e gostos e querências, Proteção menina!

Proteção Menino! E a barriga, como está indo? Ainda a urinar muito? Espero que seja o que espera, e se espera, ex-pera, Esbelta, desespera! Sabem todos, torço por todos vocês! Amor todos e espero que me amem, suruba de sentimentos, Só Arruba no pensamento, local de divindade e soberania, Gosto e nostalgia!


Espero uma mensagem de todos,

Mannicommized!

sexta-feira, 7 de junho de 2002

No matinho

E ae pessoal... .. . aconteceram uns probleminhas aqui e fiquei em coma durante um tempo.... ... . espero que agora, com uma medicação mais forte, eu volte ao normal